Fotos mais bacanas no celular

Câmera no celular já não é mais novidade. Praticamente todo mundo tem e usa. Mas que tão alguns truques para fazer fotos ainda mais bacanas? O fotógrafo Sergio Caddah e o designer digital (e fotógrafo nas horas vagas) Danny Zappa são craques em clicar paisagens. Não é à toa que seus perfis na rede social Instagram reúnem milhares de seguidores. Eles deram, para a Revista Marie Claire, algumas dicas que podem fazer toda a diferença na hora de criar aquele álbum de fotos que desperta suspiros alheios.

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A escolha da paisagem
O primeiro passo para fazer bons registros é escolher a paisagem. Não há uma fórmula para acertar na decisão, mas um olhar treinado faz toda a diferença: “É preciso ver além do óbvio, enxergar além daquilo que se vê. E isso é com o tempo. Esteja sempre a procura de alguma coisa diferente na paisagem, que te chame atenção”, explica Danny. Para Caddah “Uma boa paisagem é aquela que nos faz sentir emoção”. Olhou para fora da janela e sentiu o coração bater mais forte? Clica!

Luz mágica
Fuja de lugares com pouca luminosidade: as chances de conseguir uma boa foto são quase nulas. “A escolha da melhor luz é um fator decisivo. Por isso, saia para fotografar nos horários que mais gosta. Eu, por exemplo, adoro o amanhecer, por causa do sol”, diz Caddah. De acordo com Daniel, se a luz não estiver boa, nem perca seu tempo: “Não vale a pena. Procure outro lugar para clicar”.

Keep calm and use o grid
Não há técnica que dite a maneira certa de segurar o celular e assim garantir uma foto espetacular. “Uma boa dica é: alinhe-o e mantenha de um jeito em que seja possível ver a tela toda, sem tampar parcialmente a imagem com a palma da mão”, indica Danny.

Explore os ângulos
Alinhou a imagem, mas mesmo assim não ficou do jeito que você queria? Use a lei dos terços: “Acione o “grid” do aparelho, artifício que divide a foto com linhas horizontais e verticais e geram nove blocos. Ele valoriza o enquadramento por meio dos pontos de intersecção”, explica Caddah. “Buscar um ângulo novo também pode render cliques surpreendentes!”, diz Danny.

Foco, foco, foco
Para evitar o efeito tremedeira, deixe de lado tudo ao redor e concentre-se na imagem a ser captada pelo celular. “A maioria dos celulares já possuem estabilizadores que ajudam a reduzir o “erro”. Buscar melhor luminosidade e até usar um tripé podem ajudar também. A não ser que o objetivo seja uma foto artística, borrada”, brinca Caddah.

Chega mais pertinho
Usar ou não usar o zoom, eis a questão! Para Daniel, não tem conversa: “O zoom do celular é digital, portanto quando a imagem é ampliada, perde resolução/nitidez. A melhor saída é óbvia: chegue mais perto do assunto a ser fotografado e não sofra depois”. Quer uma foto bem profissional? Caddah tem uma boa opção: “Prefiro usar o zoom das lentes fixas vendidas separadamente para rosquear nos celulares. Cada modelo e fabricante vendem tipos específicos”.

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Acende a luz!
Tirar fotos noturnas com a câmera do celular é sempre mais difícil porque foto é luz e, sem luz… bem, não tem foto. Mas não chega a ser uma tarefa impossível de cumprir. “Aproxime-se ao máximo do lugar onde há iluminação. Vale poste de rua. Só assim o resultado é bom. Há situações onde achei um ângulo e enquadramento legal para uma foto, mas desisti de clicar justamente por falta de luz no ambiente”.

Diga não ao flash
“Eu sempre opto por não usar o flash. A luz disparada acaba resultando em uma imagem muito artificial, esbranquiçada”, explica Danny. Quando tem a possibilidade de usar uma luz natural e/ou externa, sempre é melhor. “As câmeras fotográficas de nossos aparelhos celulares ainda têm algumas limitações e de vez em quando é preciso saber respeitar e trabalhar dentro das possibilidades”, ele diz.

Filtros: usar ou não usar
É fato que as fotos ganham um estilo todo especial quando recebem um filtro. E não há problema nenhum em usar e abusar deles. Há diversos sites e aplicativos que oferecem vários tipos, de graça ou não. Danny é do tipo tradicional: “Eu gosto de usar apenas os filtros do Instagram, são suficientes”. Caddah gosta de ousar: “Uso o aplicativo Camera+ em 98% do que produzo no celular. Mas tenho outros apps interessantes como o Photosynth, Snapseed, Pocketbooth, Lens+, Dermandar, Moco Cam, Procam… É só escolher”.

Lá vem o sol
É sempre irresistível curtir um belo pôr-do-sol e não sacar imediatamente o celular para registrá-lo. Mas, nem sempre, o resultado é bom: “Numa foto contra a luz do sol, os objetos que estiverem entre a câmera e o sol ficarão menos iluminados e não será possível ver no registro o céu escuro, com a bola de fogo e seus reflexos. Por isso, é sempre importante saber o que desejamos registrar: se é mostrar objetos ou pessoas com o por-do-sol ao fundo, tem que iluminar o primeiro plano. Ou então, você conseguirá belas silhuetas”, explica Caddah.

Fonte: Revista Marie Claire

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Fonte: Melz | Assessoria de Imprensa: Manobra Radical

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